..Bem vindo ao mundo invertido, surreal, abstrato e desconexo que surge a partir desta realidade imaterial.. cada vez mais invertido, surreal, dadaista,expressionista, abstrato, desconexo e subversivo, com muito orgulho disto..

30 julho, 2010

Apesar de progresso, Brasil permanece um dos mais desiguais do mundo, diz ONU




pesar dos progressos sociais registrados no início da década passada, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo, segundo atesta um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que será divulgado nesta sexta-feira.
O índice de Gini - medição do grau de desigualdade a partir da renda per capita - para o Brasil ficou em torno de 0,56 por volta de 2006 – quanto mais próximo de um, maior a desigualdade.
Isto apesar de o país ter elevado consideravelmente o seu índice de desenvolvimento humano – de 0,71 em 1990 para 0,81 em 2007 – e ter entrado no grupo dos países com alto índice neste quesito.
O cálculo do indicador de desigualdade varia de acordo com o autor e as fontes e a base de dados utilizados, mas em geral o Brasil só fica em melhor posição do que o Haiti e a Bolívia na América Latina – o continente mais desigual do planeta, segundo o Pnud.


No mundo, a base de dados do Pnud mostra que o país é o décimo no ranking da desigualdade.
Mas os dados levam em conta apenas 126 dos 195 países membros da ONU, e em alguns casos, especialmente na África subsaariana, a comparação é prejudicada por uma defasagem de quase 20 anos de diferença.
Na seleção de países mencionada no relatório do Pnud, os piores indicadores pela medição de Gini são Bolívia, Camarões e Madagascar (0,6) e Haiti, África do Sul e Tailândia (0,59). O Equador aparece empatado com o Brasil com um indicador de 0,56.
Colômbia, Jamaica, Paraguai e Honduras se alternam na mesma faixa do Brasil segundo as diferentes medições.
Desigualdade e mobilidade
O relatório foca no problema da desigualdade na América Latina, o continente mais desigual do mundo, segundo o Pnud. Dos 15 países onde a diferença entre ricos e pobres é maior, dez são latino-americanos.
Em média, os índices Gini para a região são 18% mais altos que os da África Subsaariana, 36% mais altos que os dos países do leste asiático e 65% mais altos que os dos países ricos.
O documento traça uma relação entre a desigualdade e baixa mobilidade social, caracterizada pelo círculo de aprisionamento social definido pela situação familiar de cada indivíduo.
No Brasil e no Peru, por exemplo, o nível de renda dos pais influencia a faixa de renda dos filhos em 58% e 60%, respectivamente.
No Chile esse nível de pré-determinação é mais baixo, 52% - semelhante ao da Inglaterra (50%).
Já nos países nórdicos, assim como no Canadá, a influência da situação familiar sobre os indivíduos é de 19%.
Alemanha, França e Estados Unidos (32%, 41% e 47%, respectivamente) se incluem a meio do caminho.
A mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações.
Relatório do Pnud
No campo educacional, os níveis de educação dos pais influenciam o dos filhos em 55% no Brasil e em 53% na Argentina. No Paraguai essa correlação é de 37%, com Uruguai e Panamá registrando 41%.
A influência da educação dos pais no sucesso educacional dos filhos é pelo menos duas vezes maior na América Latina que nos EUA, onde a correlação é 21%.
"Estudos realizados em países com altos níveis de renda mostram que a mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações", afirma o relatório.
Para o Pnud, a saída para resolver o problema da desigualdade na América Latina passa por melhorar o acesso das populações aos serviços básicos – inclusive o acesso à educação superior de qualidade.
O relatório diz que programas sociais como o Bolsa Família, Bolsa Escola e iniciativas semelhantes na Colômbia, Equador, Honduras, México e Nicarágua representaram "um importante esforço para melhorar a incidência do gasto social" na América Latina, sem que isso tenha significado uma deterioração fiscal das contas públicas.
"No que diz respeito à distribuição (de renda), as políticas orientadas para o combate à pobreza e à proteção da população vulnerável promoveram, na prática, uma incidência mais progressiva do gasto social, que por sua vez resultou em uma melhor distribuição da renda."


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De fato, uma realidade desigual e triste esta que enfrentamos aqui no nosso cotidiano e os números não negam minha visão deste descaso social, estamos muito distantes e ao mesmo tempo juntos nesta situação que quase beira o caos, avante brasil, uni-vos para um brasil melhor, para lutar contra um mal antes temos de conhece-lo e isto já temos, basta agora mostrarmos a nossa força para o mundo.

10 comentários:

SoterO disse...

- Desigualdade. Eu que sou professor posso notar como existe uma grande desigualdade presente até em sala de aula. É uma triste realidade. Frustrate!

Mostrei seu blog para minha namorada. Ela também é fã de contos. Vai ler alguns =]

abçS
____
http://nolimitedamatematica.blogspot.com

Rondinelli Araújo disse...

É notavel diariamente a Desigualdade que existe em nosso país, é uma situação lamental.

Mas ainda acredito que um dia essa história vaai mudar.

Rondinelli Araujo

http://rondiaraujo.blogspot.com

Macaco Pipi disse...

ISSO PRA MIM NEM É PROGRESSO..

Máátheus Queiroz disse...

éeee, o Brasil tem tudo para ser uma super potencia, mais tem algumas coisas primordiais que impedem isso =/

enfim, muito bom o post =D

Eu já sabia dessa informação, mais esse inseto aii em cima, não é um vagalume ! qual é a espécie?


Muito bom o post =D


Se puder, pode ler meu ultimo post?
Chama-se: “Uma vez TOBÓ, sempre TOBÓ!”

http://assunto-jovem.blogspot.com/

pode ser? Depois nos fala o que achou. =)

Felipe disse...

Uns com muitos, e outros com tão poucos, esse é o cartão postal do Brasil..

Sunshine # disse...

é, estamos vendo como o Brasil está caminhando para o desenvolvimento... --'
[/ironia

Zé Ruellas disse...

Bom, eu acho qe o Brasil fica ajudando os outros paises e aqi ninguem faz nada !

BLOGUEIRO EXECUTIVO disse...

Triste realidade a ser olhada por nossos governantes... atualmente devemos mudar este paradigma trabalhando em prol de uma nação mais ofrte em desenvolvimento humano...

Paula disse...

Em um país onde só existes BRASILEIROS em tempos de copa, o que mais poderíamos esperar?!
Cadê o "grande por natureza", e a "grandeza" - onde se espelha?
Nas colheres sujas de nada, das pessoas que passam fome por todo país!
Grata pelo comentário :)
http://hifolks.wordpress.com

Vaunei Guimarães disse...

verdade...podemos mudar isso basta querer...todos em unidade!

http://vauneiguimaraes.blogspot.com/